Este Blog é dedicado às pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença.
A ideia é oferecer aos participantes a oportunidade de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar às PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima.
LINKS
DO BLOG DOENCA DE PARKINSON VERSAO 10/OUTUBRO/2009
Linkamos
os sites dedicados à doença de Parkinson ou
que contenham matéria relacionada com seu diagnóstico
e tratamento. Os sites estão agrupados da seguinte forma:
DOENÇA DE PARKINSON Sites de Associaçoes e Grupos de Apoio
Foi inaugurado nesta segunda-feira (30) no Rio de Janeiro o primeiro laboratório do Brasil voltado exclusivamente para estudos com células-tronco embrionárias, um dos mais modernos do mundo. O complexo fica na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Foram investidos R$ 4 milhões em equipamentos que vão produzir bilhões de células-tronco, com capacidade para abastecer uma rede de até 70 laboratórios e hospitais do país.
“O Brasil está muito bem posicionado porque se adiantou, foi possível elaborar uma lei favorável ao uso de células-tronco embrionárias humanas (...) então nós estamos muito bem posicionados internacionalmente”, avalia Roberto Lent, diretor do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ.
O Brasil está muito bem posicionado porque se adiantou, foi possível elaborar uma lei favorável ao uso de células-tronco embrionárias humanas"
Serão criados dois tipos de células-tronco. As embrionárias são produzidas a partir de embriões humanos congelados entre cinco e sete dias após a fertilização in vitro (embriões que seriam descartados nas clínicas de reprodução).
O material pode ser usado, por exemplo, nas pequisas para o tratamento de Parkinson. Cientistas tentarão criar células de neurônios testadas em camundongos doentes. Mas ainda não há prazo para a aplicação em seres humanos. (...) segue
Lunes, 30 de noviembre de 2009 - El gen PARK2 que suele encontrarse mutado en la enfermedad de Parkinson de inicio temprano también lo está en el glioblastoma, el cáncer de colon y el de pulmón, según un estudio del 'Memorial Sloan-Kettering Cancer Center' en Nueva York (Estados Unidos) que se publica en la edición digital de la revista 'Nature Genetics'. (segue...) Fonte: ADN.es.
Pode uma dose de dopamina fazer seu futuro parecer mais brihante?
Friday, Nov. 27, 2009 - Os seres humanos têm tido um grande gasto de energia intelectual ao longo dos últimos milhares de anos tentando compreender a moralidade (ou amoralidade) de procurar prazer. A maior parte da filosofia começa com a questão que define o que é bom (ou uma vida boa). Mas e se a resposta para o que nos faz felizes se resume a quanto de determinada substância química está circulando em nosso cérebro, a qualquer momento em particular?
O neurotransmissor dopamina não é tão poderoso, mas a evidência tem sido crescente nos últimos 40 anos, de que sua atividade seja fundamental para ajudar o cérebro a reconhecer experiências que causam prazer. Quanto mais dopamina que um determinado evento (fazendo sexo ou comendo sorvete, por exemplo) provoca, mais fortemente o evento é fixado ("hard-wired") no cérebro, e mais intensamente o seu cérebro o leva a revisitá-lo.
Esse conhecimento também ajuda o cérebro a imaginar qual o prazer que se pode esperar a partir de experiências futuras e, conseqüentemente, influencia praticamente qualquer decisão que você toma sobre o que você pode gostar ou não gostar (...)
É possível, então, que quanto mais dopamina é ativa em seu cérebro, mais provável é que você veja o futuro róseo, o que suscita, pelo menos, duas perguntas: como faço para obter mais dopamina, e se existe tal coisa, em que quantidade?
A resposta a esta última questão é sim. Apesar de dopamina ser crucial para a tomada de decisões sobre o prazer futuro, excesso pode distorcer essas decisões. Um excesso de dopamina é a raiz do vício, por exemplo: cocaína, funciona em parte, impedindo as células do cérebro de reabsorver a dopamina no cérebro, que lançou em conexão com as sensações de prazer. E uma vez que o cérebro já aprendeu com a cocaína, provoca todos os tipos de comportamento auto-destrutivo para satisfazer seus desejos.
Muito pouca dopamina, entretanto, pode levar a distúrbios do movimento como a doença de Parkinson. Um excesso pensa-se como sendo uma das causas da esquizofrenia. A pesquisa sugere que a maioria de nós (as pessoas que não sofrem de Parkinson) não deve tentar manipular os níveis de dopamina com drogas. Em um nível terapêutico, no entanto, interferir com o produto químico pode levar a novos tratamentos para condições tão variadas como a toxicodependência e a doença mental. (em inglês) Fonte: Time.
A descoberta veio de um laboratório na Universidade Federal de São Paulo.
Nos testes, os pesquisadores provocaram crises de epilepsia nos ratos, isso porque já se sabe que crises prolongadas de epilepsia podem causar lesões em neurônios. Pesquisas feitas por médicos brasileiros abrem caminho para a regeneração de neurônios.
Veruska DonatoSão Paulo, SP
Os ratos foram separados em dois grupos. Um deles passou a receber doses diárias de Ômega três. Foi aí que os cientistas notaram que no cérebro desses ratos que tomaram o suplemento surgiram novos neurônios.
"Podemos dizer que o cérebro é capaz de se regenerar, ou seja, capaz de produzir novas células. Então isso para a gente é bastante interessante", explica o médico, Fulvio Alexandre Scorza.
No ano passado os cientistas já haviam descoberto que o Ômega três ajudava a prevenir a morte das células cerebrais. (...) segue
Hormônio do estômago pode retardar a doença de Parkinson
Washington, 27 nov (EFE) Ghrelin ("grelina?"), um hormônio produzido no estômago, pode ser utilizado para retardar o início da doença de Parkinson, revela um novo estudo. (...)
"Também descobrimos que, além de sua influência sobre o apetite, o ghrelin é responsável pela ativação direta das células de dopamina do cérebro", disse Horvath, professor de medicina comparativa, neurobiologia, obstetrícia e ginecologia na YSM (Yale School of Medicin).
"Como esse hormônio tem origem no estômago, ele está circulando normalmente no organismo, por isso poderia facilmente ser usado para aumentar a resistência ao mal de Parkinson ou que poderia ser usado para retardar o desenvolvimento da doença." O estudo foi publicado no Journal of Neuroscience. (em inglês) Fonte: Trak.in.
TRANSPLANTES DOPAMINÉRGICOS FALHAM NA DOENÇA DE PARKINSON
26th November 2009 - Durante anos as terapias baseadas em transplantes de células dopaminérgicas no cérebro têm atraído considerável interesse como possíveis tratamentos para a doença de Parkinson. No entanto todos os estudos duplo-cego placebo-controlados não demonstraram eficácia. Transplante de células de dopamina derivadas do mesencéfalo fetal também está associado a uma forma potencialmente incapacitante de discinesia que persiste mesmo após a retirada do L-dopa. Além disso a incapacidade, principalmente em pacientes avançados, é resultado de recursos que não são devido à falta de dopamina. Esses recursos não estão adequadamente controlados com terapias dopaminérgicas e são, portanto, incapazes de responder aos transplantes dopaminérgicos. Em implantes de neurônios dopaminérgicos, recentemente, também foram encontrados corpos de Lewy, que são sinais de danos celulares, sugerindo que, mesmo após o transplante, são disfuncionais e podem ter sido afetados pelo processo da doença de Parkinson. Embora as terapias com células-tronco têm sido tentadas na Doença de Parkinson, com base na alegação de que há uma enorme perda de células produtoras de dopamina na doença, nenhum único estudo demonstrou que isso seja verdade. (segue..., em inglês) Fonte: Viartis. A notícia, em realidade, data de 2009 Jun 18.
ASSOCIAÇÃO PARANAENSE DOS PORTADORES DE PARKINSONISMO TEMA DA NOITE: A HIPERSEXUALIDADE PODE SER INDUZIDA POR DOPAMINERGICOS,VC SENTIU AUMENTO DA LIBIDO?
25 de Novembro de 2009 - O Instituto Internacional de Neurociências de Natal-Edmond e Lily Safra será a única instituição da América do Sul a possuir o Blue Gene/L, um supercomputador com capacidade para processar 46 trilhões de operações por segundo e que será utilizado para análise de dados cerebrais, experiências genômicas, modelos climáticos, geológicos, entre outros. O equipamento vai ser instalado no Campus do Cérebro, em Macaíba. A previsão é que até meados de 2010, o equipamento esteja em pleno funcionamento.
“Estamos criando a estrutura necessária - o Data Center- para receber esse equipamento, batizado de 14 BIS-21. Além disso, estamos analisando a questão da energia elétrica, pois esta é uma máquina que não pode ser desligada. O Ministério da Educação (MEC) já anunciou o apoio”, anunciou o presidente do IINN, Miguel Nicolelis. (...)
A doação foi feita pela Escola Politécnica Federal de Lausanne da Suíça (EPFL). O equipamento tem custo avaliado em R$ 20 milhões. A EPFL também vai auxiliar na capacitação dos técnicos do IINN que vão trabalhar diretamente com o BlueGene/L. Segundo Miguel Nicolélis, será feito um intercâmbio Natal-Suíça.
Junto à doação, a EPFL também comunicou a criação da Cátedra em Neuroengenharia EPFL-NATAL, que tem como objetivo dar continuidade às pesquisas de moléstias neurodegenerativas como a doença de Parkinson. Além das pesquisas de neurociências, o 14 BIS-21 vai auxiliar também nos projetos sociais do IINN. “Com esse supercomputador, as crianças que participam dos nossos projetos sociais, como a Escola Alfredo J. Monteverde - unidades Natal e Macaíba vão ser beneficiadas. Essas crianças vão poder utilizar esse equipamento para realizar atividades práticas voltadas para a matemática e a física”, disse Nicolélis. (segue...) Fonte: Tribuna do Norte.
Médicos nos EUA testam injeção de droga anticâncer no cérebro
23/11/2009 - Dr. Howard Riina enfiou um tubo fino através de um labirinto de artérias no cérebro de Dennis Sugrue, observando imagens de raios-X em um monitor, para verificar seu progresso. No local onde uma operação anterior havia removido um tumor maligno, ele introduziu uma droga chamada manitol e liberou um fluxo de Avastin, droga contra o câncer.
Médicos e enfermeiros observavam tudo com muita concentração, temendo que a Avastin pudesse causar inchaço cerebral, hemorragia ou convulsão. Porém, Sugrue saiu ileso. Meia hora depois do procedimento, ele acordou da anestesia murmurando "Mais", desejando receber uma dose maior.
Tratava-se de um experimento. Sugrue, 50 anos, que trabalha para um fundo hedge e tem dois filhos adolescentes, participava de um estudo de pessoas com glioblastoma --o mesmo tipo de tumor cerebral que matou o senador americano Edward M. Kennedy, de Massachusetts, em agosto-- e foi apenas a segunda pessoa a receber o Avastin em seu cérebro diretamente.
Aplicar drogas no cérebro sempre foi um grande desafio no tratamento de tumores e outras doenças neurológicas, pois a barreira hematoencefálica, um sistema de defesa natural, não permite a entrada de muitas drogas. O estudo do qual Sugrue participa, no NewYork-Presbyterian/Weill Cornell, combina tecnologias tradicionais de uma forma nova para abrir a barreira e aplicar doses extraordinariamente altas de Avastin diretamente nesses tumores mortais --sem encharcar o resto do cérebro com a substância e expô-lo a efeitos colaterais.
O objetivo é encontrar formas melhores de tratar glioblastomas. No entanto, a técnica também pode ser útil para metástases cerebrais, ou seja, quando o câncer se espalhou para outras partes do corpo, como mamas ou pulmões --algo que ocorre em cerca de 100 mil pessoas por ano nos Estados Unidos. O mesmo procedimento também poderia aplicar outras drogas e talvez ser usado para tratar distúrbios neurológicos, como esclerose múltipla ou mal de Parkinson, se terapias adequadas forem desenvolvidas. (segue...) Fonte: Folha Online.
La dieta influye en la producción de células madre en el cerebro
Barcelona, 23 nov (EFE).- Una dieta rica en polifenoles y ácidos grasos poliinsaturados aumenta la producción de células madre en el cerebro, según un estudio en ratones realizado por investigadores del departamento de Bioquímica y Biología Molecular de la Universidad Autónoma de Barcelona (UAB).
El estudio, publicado en Journal of Alzheimer Disease, demostró que hay más proliferación celular en la zona del bulbo olfativo y del hipocampo del cerebro de los animales alimentados con una dieta antioxidante, unas zonas que resultan especialmente dañadas cuando se padece Alzheimer.
Los polifenoles se encuentran en alimentos como la cerveza, el té, la uva, el aceite de oliva, el cacao y en frutas y verduras, y los ácidos grasos poliinsaturados en el pescado azul, el maíz, la soja, el girasol y la calabaza, entre otros alimentos.
Según ha informado la UAB, estos resultados pueden hacer pensar que una dieta basada en alimentos ricos en sustancias antioxidantes podría retrasar la aparición de esta enfermad o retrasar su evolución.
Los investigadores han señalado que durante el desarrollo del cerebro, las células madre generan diferentes células neuronales que formarán el cerebro adulto, aunque hasta hace unos años se pensaba no se renovaban. (...)
Estos investigadores, encabezados por la doctora Mercedes Unzeta, estudian desde hace años el papel de las oxidasas en el estrés oxidativo como factor implicado en desordenes neurodegenerativos como el Parkinson o el Alzheimer. Fonte: ABC.es.
La UC organiza una reunión sobre la investigación de los efectos terapéuticos del cannabis
SANTANDER, 23 Nov. (EUROPA PRESS) - La Universidad de Cantabria (UC) ha organizado esta semana en Santander una reunión nacional de expertos en la investigación de los efectos terapéuticos del cannabis, en la que especialistas de tod a España expondrán los principales avances en la materia.
En concreto, el grupo de I+D+i 'Receptores de neurotransmisores', del Departamento de Fisiología y Farmacología y del Instituto de Biomedicina y Biotecnología (IBBTEC) de la Universidad de Cantabria, es el organizador de esta X Reunión de la Sociedad Española de Investigación sobre Cannabinoides (SEIC), programada entre el jueves 26 y el sábado 28 de noviembre de 2009 en el Hotel Chiqui.
Las jornadas se abrirán con una sesión inaugural que tendrá lugar a las 12.30 horas del jueves y, media hora después, la doctora Cecilia Hillard, del Medical College of Wisconsin (Milwaukee, Estados Unidos), impartirá la conferencia de apertura de la reunión, titulada "Endocannabinoids and allostasis".
Por la tarde tendrá lugar, a las 16 horas, la presentación del libro "Actualización sobre el potencial terapéutico de los cannabinoides", editado por la SEIC.
Esta obra recoge las contribuciones de numerosos expertos en torno a temas como el Sistema Cannabinoide Endógeno (SCE) y el potencial de las sustancias cannabinoides en el tratamiento del dolor y de enfermedades como el Parkinson, el Huntington, el Alzheimer, la esclerosis múltiple, la esquizofrenia o la depresión. (segue...)
Anote 16 dicas de como comprar, conservar e tomar remédios
Domingo, 22 de novembro de 2009 - Os medicamentos fazem parte do dia a dia de muitas pessoas. Mas você sabe qual é a melhor forma de armazená-los, se o certo é ingeri-los com água ou leite e o que fazer se esquecer de tomar um comprimido?
Para eliminar essas e outras dúvidas sobre o assunto, confira 16 dicas listadas no guia Saiba Mais Sobre os Seus Medicamentos, produzido pela Divisão de Farmácia do Instituto Central do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). E não se esqueça da importância de apostar apenas em remédios prescritos pelo médico, já que o que é bom para um pode não ser ao outro.
1) Não adquira medicamentos com embalagem amassada, rasgada, sem rótulo ou que tenha alguma informação apagada, riscada ou raspada.
2) Mantenha-os na embalagem original para garantir sua qualidade.
3) Deixe-os em locais frescos, longe do calor, da luz ou da umidade. Por isso, nada de guardá-los no banheiro ou na cozinha.
4) Caso tenha remédios que necessitem ficar na geladeira, não os coloque na porta ou no congelador.
5) Sempre verifique a data de validade indicada na embalagem. Nunca tome produtos vencidos.
6) Coloque os medicamentos fora do alcance das crianças.
7) Procure tomá-los sempre no mesmo horário. Uma dica é montar uma agenda ou tabela com o intuito de não esquecer ou confundir-se.
8) Se tiver de ser em jejum, deve estar realmente de estômago vazio. Ingira-os pelo menos de 30 a 60 minutos antes ou duas horas após a refeição.
9) Lave e seque bem a colher, faca, lâmina, copos, pratos e colheres de medidas antes e depois de usar os remédios.
10) Tome-os com um copo cheio de água, nunca com álcool. Evite também leite, refrigerantes e bebidas quentes, como chás.
11) Caso sinta-se mal após o uso de algum medicamento, comunique ao médico ou farmacêutico.
12) Se utilizar sonda enteral e tiver tratamento com comprimidos, amasse-os em um prato, copo ou xícara de vidro até obter um pó fino e dilua-os com um pouco de água. Prepare e use cada medicamento separadamente. A sonda pode entupir e, por isso, é importante lavá-la entre um e outro com água filtrada antes e depois. Nunca os adicione na fórmula da dieta enteral (líquida).
13) Se esquecer de tomar um remédio de uma dose ao dia, ingira-o assim que lembrar.
14) No caso de medicamentos com mais de uma dose por dia, tome somente no próximo horário, nunca duas doses de uma vez.
15) Quando for ao médico, não deixe de fazer as seguintes perguntas: "Quais são os nomes dos medicamentos receitados?" "Para que serve cada um deles?" "Em quais horários devo tomá-los?" "Por quanto tempo vou tomá-los?" "O que mudou no meu tratamento?" "Todos os medicamentos são padronizados no hospital?".
16) Tenha uma lista com os medicamentos que utiliza, o que auxilia o paciente, seu médico e o farmacêutico. Fonte: Terra Notícias.
Estudo da Fiocruz liga uso de pesticidas e outros produtos químicos a câncer em jovens
21/11/2009 - RIO - O aumento de casos de câncer de mama em mulheres com menos de 50 anos vem intrigando oncologistas. No Brasil, 30% dos casos são diagnosticados antes desta idade. No México, o número sobe para a metade. A preocupação é tanta que o tema foi destaque no simpósio "Câncer de mama e países em desenvolvimento", realizado no início do mês em Boston, nos Estados Unidos.
O que preocupa especialistas é que essas mulheres, além de não terem um histórico familiar da doença, muitas vezes também não apresentam outros fatores de risco como o sedentarismo, a maternidade tardia e a má alimentação. O fenômeno acontece principalmente em países em desenvolvimento como o Brasil, o México e a China, reforçando a ligação entre câncer e fatores ambientais. (...)
Segundo ele, alguns pesticidas e inseticidas muito usados no Brasil até os anos 90 podem ter uma substância química muito parecida com os hormônios esteroides encontrados no corpo. Moléculas como as do diclorodifeniltricloretano (DDT), pesticidas usado em lavouras e no combate a mosquitos; e o hexaclorociclohexano (HCH), inseticida conhecido como pó-de-broca; podem ter relação com uma série de doenças, entre elas leucemia, câncer da tireoide, mal de Parkinson e a má formação fetal.
O pesticida e o inseticida foram proibidos para uso agrícola no Brasil em 1985. Em maio deste ano, a fabricação, a exportação, a manutenção em estoque e a comercialização do DDT foi proibida em todo território nacional. Já o HCH ainda é usado no controle de pragas. (segue...) Fonte: O Globo.
20/11/2009 - Cordón de Vida, es el nombre de la empresa extranjera que se instaló recientemente en el país y cuyo giro de actividad es la recolección y resguardo de células madre del cordón umbilical.
Se trata de una franquicia que opera en varios países del mundo, por ejemplo en Panamá, Ecuador, Venezuela y cuenta con dos laboratorios, uno en Panamá y en Estados Unidos. (...)
Egloff detalló que el almacenamiento de células madre es importante porque asegura el tratamiento de más de 80 enfermedades que antes se consideraban incurables entre ellas anemias y desordenes inmunológicos; linfomas -leucemias; desórdenes genéticos como el Alzheimer, Parkinson o lesiones de médula ósea. (segue...) Fonte: El Financeiro.cr.
Friday, Nov 20 2009 - (...) Células-tronco embrionárias são cultivadas em laboratório para desenvolver células maduras do epitélio pigmentar da retina. Estas serão injetadas nas células RPE (retinal pigment epithelium) danificadas na retina das pessoas com degeneração macular. Isto deve ajudá-las a focar sua visão. (segue..., em inglês) Fonte: Daily Mail.uk. Leia mais, em português, aqui => Empresa pede teste de células-tronco em humanos nos EUA.
Postado por Alysson Muotri em 09 de novembro de 2009 às 12:27
O momento é sem precedentes na história da medicina, especialmente numa área jovem e controversa como a das células-tronco. Cientistas estão extremamente ansiosos para ver os resultados desse investimento, prometido para 2013.
Pela primeira vez na história, um órgão governamental dedica a “bagatela” de US$ 200 milhões para que se ache a cura – ou ao menos novas terapias que melhorem a vida dos portadores – de cerca de dez tipos de doenças, num prazo de 4 anos, utilizando-se células-tronco.
A iniciativa, conhecida como “Disease Team Awards”, partiu do Instituto de Medicina Regenerativa da Califórnia (CIRM, na sigla em inglês) que propôs o desafio para a comunidade científica mundial. Os termos eram simples: curar ou melhorar a qualidade de vida de pacientes usando-se células-tronco. Valia qualquer tipo de células-tronco, qualquer tipo de estratégia (triagem de drogas, transplante etc.), qualquer tipo de doença incurável e qualquer tipo de pesquisador (colaborações internacionais e com empresas eram bem-vindas e estimuladas).
As únicas restrições foram o período de 4 anos para o produto entrar no mercado e que o trabalho deveria ser realizado em sua maior parte na Califórnia. Nada mais justo, visto que o CIRM surgiu a partir de um plebiscito (a famosa Proposição 71). Os cidadãos votaram a favor do uso de US$ 3 bilhões, por 10 anos, para pesquisas com células-tronco.
Desde sua criação, apoiada pelo atual governador (republicano) Arnold Schwarzenegger, o CIRM atraiu diversos pesquisadores de renome para o estado, gerando uma explosão do número e da qualidade de publicações na área. O efeito foi ainda maior se colocarmos em perspectiva que isso aconteceu durante o governo do presidente Bush, que havia vetado o uso de recursos federais para pesquisas com células-tronco embrionárias humanas. Foi graças ao CIRM e à falta de visão de outros países que perderam a chance de investir pesado em células-tronco que os EUA mantiveram sua liderança nessa área. (...) segue
Neurología - Líneas de investigación para tratar la enfermedad del parkinson
19/11/2009 - (...) La enfermedad del parkinson en el futuro El parkinson es la enfermedad neurológica con mayores expectativas de futuro en cuanto a tratamientos. Pero hay que ser realistas, todavía nos encontramos en un punto lejano de poder curarla. Lo que sí es cierto es que a corto plazo, en unos 2 años, se dispondrá de nuevos fármacos que harán que la evolución del parkinson sea mas lenta y que incluso no haya evolución, que se frene su desarrollo.
Lo que sí es arriesgado es afirmar que en breve se dispondrá de un tipo de análisis de sangre que permitirá diagnosticar la enfermedad. Esto no es cierto. Además, de las personas que contienen el gen propicio del parkinson, solo un 30% desarrolla la enfermedad. Los hábitos diarios, el lugar donde se vive, etc. son otros de los factores que inciden en la aparición del parkinson. Por ello es muy atrevido asegurar que con un simple análisis se podrá detectar la enfermedad. Todavía queda mucho camino en ese sentido.
Investigación de nuevos fármacos Las líneas de investigación se están centrando en ensayos con nuevos fármacos. Hoy en día se manejan unas 200 moléculas con las que se prueban diversos métodos de tratamiento, aunque la mayoría de esos intentos se quedarán frustrados en el camino. De todas maneras estos datos nos dan idea de la importancia que se le está dando desde la comunidad científica a esta enfermedad. En cuanto a terapias, lo último que se ha presentado es un tipo de terapia genética que intenta que un grupo de células del cerebro fabriquen una proteína específica que interesa a los médicos. Fonte: Vivir Mejor.es.
1 de cada 10 personas recibe un diagnostico de Parkinson antes de cumplir 50 años
Pese a que suele ser asociada a las personas mayores, esta enfermedad -que afecta a alrededor de 78 mil personas en Argentina- puede tratarse si se aborda precozmente.
19/11/2009 | Según cuenta por la doctora Cecilia Peralta, Neuróloga, encargada de la Clínica de Movimientos Anormales y Enfermedad de Parkinson del Hospital César Millstein (ex Francés), "en el mundo hay 6 millones de personas con Parkinson, mientras que en la Argentina las cifras hablan de una población de entre 76 y 80 mil".
Pero, lo más importante, el concepto que creemos tenemos que transmitir es que no se trata de una condición sólo de adultos mayores dado que una de cada diez personas recibe el diagnóstico antes de los 50 años de edad".
"Remarcamos esto porque habitualmente la gente asocia Parkinson con vejez o adultos mayores y esto no es necesariamente así. Si bien las formas juveniles son claramente inferiores en cuanto a incidencia poblacional dado que el mayor pico de ocurrencia de la enfermedad se da entre los 55 y 65 años, existen casos.
Lo fundamental es que la gente lo sepa para que pueda estar atenta -sobre todo aquellos que cuentan con antecedentes familiares- y realicen la consulta rápido. (segue...) Fonte: Tucuman Noticias.ar.